quarta-feira, 1 de maio de 2013

A cura, o renascimento, a verdade sobre os gnolls

Após a fatídica batalha Thor A Dim retorna a vida sem explicações aparentes, não havia relatos de auto ressurreição na história conhecida, mas, ele retornou diferente, deixou de ser druida e retornou dos mortos como mago, o primeiro mago anão da história.
Levanta-se e vai terminar a cura para Misha que nesse ponto estava muito mal, foi uma corrida contra o tempo para evitar que a mesma morresse.
Horácio faz uma celebração aos mortos na batalha e os queima antes de podermos ressucita-los, pois, como já fora dito ele acreditava que isso não era natural e ir contra as leis da natureza era um crime.
Leila fora presa antes de cometer o mesmo ato que fizera, Misha após receber o medicamento magico ficou curada e despediu-se dizendo que ela estando nas proximidades da cidade a mesma correria riscos piores.
Após Leila ser liberta a mesma procurou o grupo e contou uma história passada...
-"Eu era aventureira e junto com meu grupo fizemos muitos inimigos dentre os malignos principalmente os gnolls, pois, roubamos deles uma chave que abria a prisão de Ienegull  o deus profano deles, e como sou a única sobrevivente do grupo, pois, a ressurreição chegou muito tarde impossibilitando a ressurreição de meus amigos, e escondi a chave onde ninguém encontraria, mas os gnolls sabiam meu nome e vieram atras de respostas de onde está a chave desse deus profano.
Agora os gnolls sabem quem são vocês e podem acreditar que a chave esta com vocês, ainda mais que não apareci para eles no combate, pois, estava cuidando da proteção interna da cidade, eles podem julgar que estou morta, recomendo-os a sair da cidade e levar todos os seus pertences, assim eles os seguirão."
Com dor e tristeza acatamos a ordem de Leila e decidimos partir da cidade, despedindo de todos nossos entes queridos, sabendo que eles estariam seguros com a nossa partida, pois, os nossos inimigos agora iriam tentar a vingança contra nós e isso implicaria em uma perseguição.
Escrevi uma canção pra despedida da amada cidade de Abbadon.
Com os olhos marejados vemos nossos entes queridos
Com a estrada em nossa frente somos impelidos
A enfrentar um mundo novo e desconhecido
Mas um dia iremos voltar com a cabeça erguida por ter conseguido
Mudar o mundo para a paz sonhada
Mães e pais, seus filhos irão um dia voltar
Com tesouros, gloria e muitas historias a contar

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